Tipos de Amor: Qual o tipo de Amor que Você procura?

Tipos de Amor que procuramos Viver


 

Tipos de amor… Que tema bom de falar, né?

Amor é um sentimento lindo de conhecer e de experimentar. Senti-lo pela primeira vez então… Nem se fala.

Mas será que você já amou alguém de verdade, ou apenas se apaixonou perdidamente?

Talvez tenha vivido um lindo amor que não durou, e ainda esteja ligada a ele, tentando reconquistar esse amor.

Talvez você esteja sozinha, ou até conhecendo alguém, e começando a sentir coisas que nunca sentiu antes… Querendo saber se é amor, e como conseguir começar esse relacionamento.

Talvez você esteja sofrendo por alguém, achando que ama, quando na verdade está apenas obcecada

Hoje quero ter uma conversa importantíssima contigo, e gostaria que lesse com bastante atenção.

Vamos falar sobre os tipos de amor, e porque apenas um deles é o melhor para você.

Me acompanhe…

 


Os Tipos de Amor


 

Se você está em busca de um amor, quero que pense e me responda (sinceramente): Por que você está procurando um relacionamento?

Pense com calma, eu espero…

Pensou? Já tem uma resposta?

Será que sua resposta envolve questões como:

 

  • Porque quero ter alguém que me ame;
  • Quero alguém que me dê atenção e carinho;
  • Quero uma companhia, pois vivo muito sozinha;
  • Quero saber como é ser amada;
  • Quero viver um amor de cinema;
  • Quero matar as inimigas de inveja;
  • Quero esquecer meu ex;
  • Porque ando muito carente, preciso de colo…

 

Se você se identificou com alguma das frases acima, por favor, triplique sua atenção ao texto que está lendo agora.

Amiga, sinto te dizer, mas você não está vivendo ou desejando um verdadeiro amor

Se você respondeu minha pergunta com algum dos pensamentos acima, você tem uma visão distorcida do amor.

Vou te explicar melhor usando o conceito apresentado por Jetsunma Tenzin Palmo, Monja consagrada da escola de Kagyu do budismo tibetano.

Jetsunma diz uma verdade universal que poucos enxergam:

“As pessoas costumam confundir o amor com apego”.

Partindo deste ponto, ela explica o amor em duas vertentes: o Amor romântico, e o Amor genuíno.

Segue abaixo o vídeo, e depois vamos comentar a respeito:

 

 


Tipos de Amor: Amor Romântico


 

O amor romântico costuma ser muito fantasiado.

É aquele amor que faz com que projetemos nossos desejos, ideias e visões românticas sobre o outro.

Faz com que tenhamos um olhar de perfeição, mesmo sabendo que temos particularidades que podem ser vistas como defeitos.

Logo, o outro não pode corresponder a esta imagem que você criou, pois é a SUA visão.

No decorrer do tempo você começa a conhecer a pessoa e percebe que ela não é tudo que você sonhou (não é aquela coca-cola toda).

Não era possível perceber isso antes, pois você estava preocupada idealizando essa pessoa perfeita.

O amor romântico nutre a ideia de apego, do “Eu te amo, por isso eu quero que você me faça feliz”, e se isenta de toda a responsabilidade, depositando-a no parceiro.

(e esse parceiro precisa estar sempre se esforçando para alcançar essas expectativas, coitado).

Entre os tipos de amor, esse amor romântico vai te fazer sofrer. Te faz cobrar que o outro te faça feliz, quando na verdade essa é a sua tarefa.

E então, quando o outro não te dá todo o carinho e atenção que você espera, você começa a ter sentimentos negativos, a achar que não está sendo amada, a fazer cobranças, julgamentos…

Este é o caminho para o fim do relacionamento.

 

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Tipos de Amor: Amor Genuíno


 

Já o amor genuíno é o mais belo dos tipos de amor

Ele oferece uma ideia oposta ao amor romântico:

“Eu te amo, por isso quero que você seja feliz. Se isso me incluir, ótimo, se não, tudo bem, só quero a sua felicidade”.

Eu já sou feliz, e quero que você esteja comigo para somar à minha vida, independente de estarmos juntos como um casal ou não. Não estou procurando um relacionamento, desesperada, tentando incessantemente…”

“Estou bem, e sei que quando menos esperar, alguém tão completo quanto eu virá compartilhar essa experiência comigo”.

O amor genuíno é aquele que entra na sua vida quando você se sente completa, e quer alguém que venha somar contigo, não alguém para te fazer feliz.

Você se ama, e sabe que é a única pessoa responsável pela própria felicidade.

Você está com sua vida bem resolvida, tem planos de futuro, cuida da carreira, tem amizades saudáveis, e está com sua vida nos eixos, apenas esperando conhecer alguém tão completo quanto você.

Dedique-se a organizar sua vida emocional, antes de desejar que alguém entre nela. Assim você não depositará nele a responsabilidade de te fazer feliz.

Quando mais você sente necessidade de ter alguém para preencher sua vida, maiores são as chances de que você sufoque essa pessoa, e estrague seu relacionamento.

Preencha sua vida, e encontre alguém que a transborde.

 

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Tipos de Amor na sua Vida


 

Consegue perceber a diferença entre estes dois tipos de amor?

Faz sentido pra você?

Tem uma frase que diz que: O amor é como um elástico entre duas pessoas, onde uma segura em cada ponta, até que um dos dois solta, e aquele que permanece segurando por último se machuca.

Pois bem, esse é o amor romântico, o ideal do apego.

Apego não é demonstração de amor. Tire isso da sua cabeça!

Apego é o responsável por todo o seu sofrimento.

É ele que te causa angústia, decepção, frustração… Ele te faz acreditar que é preciso segurar o outro, depender do outro, prendê-lo… Segurar-se a alguém não é uma forma de demonstrar que se importa.

Você segura porque no fundo teme que, de outro modo, acabe se machucando.

Precisa aprender a entrar em um relacionamento estando completa.

Esperar que alguém te preencha é um passo muito arriscado, é esperar para se machucar.

Não caia nesse papo de metade da laranja. É preciso estar completamente inteira para suprir essa necessidade de bem estar que você não consegue ter sozinha.

Para amar não é preciso segurar com força, pelo contrário, é preciso deixar fluir. Quanto mais você segura com força, mais você sofre. Quanto mais nos agarramos, mais temos medo de perder.

E esse medo cada vez mais nutrido, nos faz sofrer quando, por fim, acabamos perdendo o que lutamos tanto para manter ao nosso lado.

Escolha viver o amor genuíno.

Ninguém é de ninguém, somos apenas pessoas em busca de experimentar formas diversas de felicidade.

Tenha certeza de que aqueles casais que duram por anos juntos, até mesmo por uma vida, têm como segredo o desenvolvimento deste tipo de amor.

E se você estiver sofrendo a dor de um coração partido, confere esse artigo aqui: Como Superar o Fim de um Relacionamento.

Pense nisso. Pense livre. Liberte-se da necessidade do outro, e aprenda como se fazer feliz.

Um beijo! :*

 

Talitha Alencar

Mentora de Mulheres. Coach. Especialista em Comunicação Estratégica para Relacionamentos, Autossabotagem, e Inteligência Emocional. Instagram: @TalithaAlencar.

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